segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

17 de Dezembro Início das Antífonas Maiores



O imenso desejo da vinda de Cristo que caracteriza todo o Advento, exprime na liturgia com uma impaciência tanto maior quanto se aproxima do Santo Natal. "O Senhor vem de longe" (Intróito do 1º Domingo Advento). "O Senhor virá" (Intróito do 2º Domingo do Advento). "O Senhor está próximo" (Intróito do 3º Domingo do Advento). E esta gradação acentua-se cada vez mais. Assim começam no dia 17 de Dezembro as antífonas Maiores, também chamadas de "Antífonas do Ó" por causa de sua inicial. São um apelo vibrante ao Messias cuja as prerrogativas e títulos gloriosos nos declaram.

Liturgia: Atitudes e gestos litúrgicos





Podemos dizer que são três, as diversas atitudes do padre orando: estará direito, inclinado ou de braços estendidos.



a) Direito: sinal de confiança. Todo cristão, por ser filho adotivo de Deus, pode andar de cabeça erguida e fitar o Céu. Maiores direitos assistem os sacerdotes, porque ministro do sacrifício, para ficar em atitude confiante, sem acabamento, rezando de pé.



b) Inclinado: Sinal de humilhação. Ainda que a confiança seja sem limite, cumpre o padre de não esquecer que é pecador. Para subir aos altares, precisa ter puro o coração. Logo, inclinar-se-á para se humilhar e exprimir o seu arrependimento.



c) Braços estendidos: Nesta posição costuma rezar todos desde os primórdios do cristianismo. Era para lembrar, com a cruz assim formada, a morte de Nosso Senhor. Isso vemos nas pinturas das catacumbas: os fiéis piedosos, orando, homens e mulheres, estão de braços estendidos. Era de uso geral tanto do povo como do clero. Consoante as rubricas atuais, basta apenas que o sacerdote afaste um pouco as mãos em atitude suplicante.



Melhor talvez do que as atitudes são os gestos litúrgicos que exprimem os sentimentos do sacerdote. - a) Faz Genuflexões e até as vezes, como na Sexta-feira da Paixão e no Sábado de Aleluia, prostra-se em sinal de respeito e adoração.



b) Dirige-se ao chão os olhares, para se humilhar diante de Deus e reconhecer que não passa de pó e cinzas.



c) Ergue ao céu a vista, na hora da consagração, como costumava ergue-la Nosso Senhor ao realizar os milagres mais grandiosos, afim de pedir auxílio ao seu Pai.



d) Bate no peito, quando reza o Confíteor, o Nobis quoquer peccatóribus, o Agnus Dei, o Dómine non sum dignus, para indicar que é pecador e está arrependido de suas culpas.



e) Abre os braços, voltando-se para o povo, afim de o saudar e o convidar a rezar junto consigo.



f) Põe as mãos, é sinal de piedade e recolhimento fervoroso.



g) No Ofertório, lava as mãos, exprimindo a pureza necessária para o divino sacrifício.



h) Beija o altar várias vezes, no qual se encerra uma relíquia de santo; Beija o Missal no lugar onde acaba de ler o evangelho; beija a patena na hora em que ela está pronta para receber o santíssimo corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em todas as circunstâncias, os ósculos apresenta significações: é mostra natural de afeto santo e é manifestação de respeito e veneração.

domingo, 16 de dezembro de 2007

III Domingo do Advento: "Eu sou, diz João Batista, a voz que clama no deserto: Endireitai os caminhos do Senhor". (Ev.)



São João Batista é, como o profeta Isaías e a Santíssima Virgem, uma das três grandes figuras que enchem a liturgia do advento. Ao mesmo tempo profeta do Messias (o último dos profetas) e testemunha de Cristo (foi o primeiro a pregar as multidões a sua vinda).


São João Batista suscitado por Deus para preparar os caminhos do Senhor continua como outrora a cumprir sua missão junto de nós. A Santa Igreja compraz-se em repetir-nos o testemunho do Precursor, as suas exortações a penitência, e aponta-no-lo como exemplo de profunda humildade. Como os homens o tomassem por Cristo, humilhou-se até o ponto de declarar indigno de desatar os cordões de seus sapatos. As suas exortações conservam ainda hoje toda a importância. O Salvador, que para nós já veio, está para vir ainda para muitas das almas que continuam a ignorá-lo. Nós mesmo devemos recebê-lo cada vez mais em nossas almas. Na festa do Natal realiza-se a nossa filiação divina. Além disso, devemos preparar-nos para a última vinda do Senhor, em que Ele virá julgar-nos sobre a maneira como recebemos nesse mundo. A Igreja prepara-nos assim para a festa do Natal e também para essa última vinda do Salvador. A grande alegria dos cristãos à qual nos convida a Igreja, é a de sentirmos que o dia do Senhor se aproxima, dia em que virá cheio de glória para nos introduzir consigo na Jerusalém Celeste. Façamos votos para que o Natal nos prepare para esse grande dia que o Apóstolo diz está próximo e para que ele se realize depressa. Todas essas aspirações do Advento, estes "Vinde", são como um eco dos profetas e daquele "Veni" com que João termina o livro do Apocalipse: "Vinde Senhor Jesus!" é a última frase do Novo Testamento. Como sinal de alegria, tocam-se os órgãos à missa solene e o sacerdote pode usar paramentos de cor rosa, os quais simbolizam a alegria da Jerusalém Celeste e um alívio as penitências do Advento roxo. Alega-te ó Jerusalém, com Grande Alegria, porque há ti virá o Salvador, Aleluia. "Per adventum tuum libera nos Domine", cantamos nós na ladainha de todos os Santos.


Evangelho de Domingo:


Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João: Naquele Tempo:
Os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar a João: Quem és tu?
Ele fez esta declaração que confirmou sem hesitar: Eu não sou o Cristo.
Pois, então, quem és?, perguntaram-lhe eles. És tu Elias? Disse ele: Não o sou. És tu o profeta? Ele respondeu: Não.
Perguntaram-lhe de novo: Dize-nos, afinal, quem és, para que possamos dar uma resposta aos que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?
Ele respondeu: Eu sou a voz que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como o disse o profeta Isaías (40,3).
Alguns dos emissários eram fariseus.
Continuaram a perguntar-lhe: Como, pois, batizas, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis.
Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado.
Este diálogo se passou em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando.
Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Teologia Ascética e Mística: A queda e o castigo



A despeito de todos estes privilégios, o homem permanecia livre, e foi submetido a uma prova, para poder com o auxílio da graça, merecer o céu. Estas provas consistiam no cumprimento das leis divinas, e, em particular, de um preceito positivo acrescentado a lei natural, e que é expresso pelo livro do Gênesis sob a forma da proibição de comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal.



A Sagrada Escritura narra como o demônio, sob a forma de uma serpente, vem tentar os nossos primeiros pais, suscitando-lhes no espírito uma dúvida sobre a legitimidade desta lei. Procura persuadir-lhes que, se comerem deste fruto, longe de morrerem, serão como deuses, sabendo por si mesmos o que é o bem e o que é o mal, sem necessidade de recorrer a lei divina: "eritis sicut dii, scientes bonum et malus" (Gên 3,5). Era uma tentação de orgulho, de revolta contra Deus. O homem sucumbe e comete formalmente um ato de desobediência, como nota São Paulo (Rom 5), mas inspirados pelo orgulho, e imediatamente seguidos de outras faltas. Era uma culpa grave, pois era recusar-se a submeter-se a autoridade de Deus; era uma espécie de negação de seu domínio e de sua sabedoria, já que este preceito era uma forma que provar a fidelidade do primeiro homem; culpa tanto mais grave, quanto melhor conheciam os nossos primeiros pais a infinita liberalidade de Deus para com eles, os seus direitos imprescritíveis, a gravidade do preceito manifestado pela gravidade da sanção que lhe fora anexa; e, como não eram arrastados pelo ímpeto das paixões, tinham tempo de refletir sobre as conseqüências formidáveis do seu ato.



Não se explica até sem uma certa dificuldade como é que eles puderam pecar, se não estavam sujeitos a tirania da concupiscência. Para o compreendermos, é mister recordar não há criatura alguma impecável; pode, efetivamente, desviar os olhos do bem verdadeiro para os voltar para o bem aparente, apegar-se a este último e preferi-lo ao primeiro; e é precisamente esta preferência que constituiu o pecado. Como bem nota Santo Tomás, impecável é somente aquele cuja a vontade se confunde com a lei moral, o que é privilégio exclusivo de Deus.


(Fonte: Compêndio de Teologia Ascética e Mística - Ed. Apostolado da Imprensa - 1961 - 6ª edição)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Santa Luzia, Virgem e Mártir



Temos mais de uma Santa Luzia, mas a mais venerada é a Santa Luzia de Syracuse, Sicília, que é considerada a protetora dos olhos e da visão.É uma das mais famosas mártires da igreja. Ela era de sangue nobre e os atos de seu martírio contam que ela sofreu os mais hediondos martírios inclusive os seguintes :Como era virgem a levaram para um prostíbulo mas ninguem lá, nem mesmo os mais fortes soldados conseguiram move-la ou não tiveram meios para possui-la. De volta a prisão, como ainda se recusasse a renunciar a sua fé, retiraram, com punhais, os seus dois olhos e no dia seguinte os olhos estavam no lugar e normais (Na liturgia da igreja ela é apresentada com uma pequena almofada na mão direita com os seu dois olhos).Depois a cobriram com uma espécie de resina e foi colocada numa grande fogueira e quando as chamas finalmente desapareceram, ela estava como antes, sem nenhum dano ou ferida. A comoção dos presente foi enorme, mas o prefeito ficou ainda com mais ódio mandou cortarem sua garganta com uma espada.
Todos estes tormentos pelos quais passou se devem ao fato de Luzia ter se consagrado Virgem e casta por amor à Nosso Senhor. Sua mãe queria que Luzia se casasse, mas Luzia recusara. Sua mãe ficou enferma e acompanhou a filha ao túmulo de Santa Águeda. Ao chegar no túmulo, Santa Luzia recebera a visão de Santa Águeda que anunciara que ela se tornaria uma Mártir e que o Cristianismo treze anos após sua morte seria livre da perseguição. Sua festa é celebrada no dia 13 de dezembro

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Catecismo Online: "Morto e sepultado." (Parte V - Final)





Finalmente, destruindo o pecado, franqueou-nos a entrada para o Céu, à qual punha embargo a culpa comum do gênero humano. E o que o Apóstolo nos dá a entender com as palavras: "Em virtude do Sangue de Cristo, temos a confiança de entrar no Santo dos Santos" (Heb 10,19).



Na Antiga Aliança, não faltava uma figura deste mistério. Assim, por exemplo, aqueles proscritos, aos quais era defeso repatriar-se antes da morte do Sumo-sacerdote (Num 30,25), eram uma figura dos justos que, apesar de sua justiça e santidade, não podiam transpor o limiar da Pátria Celestial, antes da morte de Jesus Cristo, o Sumo e Eterno Sacerdote (Heb 9,11). Logo que sofreu, as portas do Céu de pronto se abriram a todos os que, purificados pelos sacramentos, possuídos de fé, esperança e caridade, se tornaram participantes de sua Paixão.



Devemos ter noção de todos os dons divinos que nos advêm da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em primeiro lugar, porque sua morte é uma satisfação cabal, e em todos os sentidos perfeita, que Jesus Cristo rendeu ao Pai pelos Nossos pecados, de uma maneira admirável. O resgate que pagou em nosso lugar, não só igualava com nossa dívida, mas era-lhe muito superior (Rom 5,19-21).



Em segundo lugar, por ter sido infinitamente agradável a Deus o sacrifício que o filho lhe ofereceu no altar da Cruz, e pelo qual abrandou inteiramente a cólera e indignação do Pai. Esta é a convicção do Apóstolo, quando nos afirma: "Cristo nos amou, e por este nosso amor se entregou a si mesmo, como oblação e vítima de suave odor para Deus" (Efe 5,2).



Em terceiro lugar, por ter sido o preço de nossa redenção, conforme as palavras do príncipe dos apóstolos: "Fostes resgatados de vossa vida frívola, que herdaste de vossos pais, não a preço de coisas perecíveis, como o são ouro e prata; mas pelo precioso Sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e defeito" (1 Ped 1,18). E o Apóstolo ensina: "Cristo nos livrou da maldição da Lei, tornando-se Ele maldição por nossas causas" (Gal 3,13).



A par destes imensos benefícios, recebemos ainda outro que é talvez maior. Naquele único padecimento deu Nosso Salvador os mais brilhantes exemplos de todas as virtudes: "paciência, humildade, eximia caridade, mansidão, obediência; máxima constância, não só para sofrer dores, mas até para arrostar a própria morte, por amor da Justiça. Fê-lo de tal modo, que na verdade podemos dizer: Num só dia de sofrimento, concretizou em sim mesmo todas as normas de virtudes, que de boca nos havia ensinado, durante todo o tempo de Sua pregação.



Em poucas palavras, resumimos a salutar Paixão de Morte de Cristo Nosso Senhor. Oxalá possamos meditar assiduamente estes mistérios no fundo do coração, para aprendermos a sofrer, morrer e sepultar-nos com o Senhor. Se nos purificarmos, então, de toda a mancha de pecado, e ressurgirmos com ele para uma vida nova, seremos um dia, por sua graça e misericórdia, dignos de ter parte na glória e Reino do Céu (Col 3,1-4).



(Fonte: Catecismo da Igreja Católica - 1962 - Ed. Vozes)

12 DE DEZEMBRO, NOSSA SENHORA DE GUADALUPE PADROEIRA DA AMÉRICA LATINA



Por volta de 1531, havia os missionários espanhóis aprendido a língua indígena para fins de evangelização. Conforme antiga tradição foi justamente nesse ano que a Virgem Mãe de Deus apareceu ao neófito João Diogo, um piedoso índio na colina do Tepyac, perto da capital do México. Com muita afabilidade o exorta a ir ter com o bispo dizer-lhe que nesse lugar erigissem um santuário em sua honra. O bispo da diocese, João de Zumárraga retardou a resposta a fim de averiguar cuidadosamente o ocorrido. Quando o neófito, movido por uma segunda aparição e nova insistência da Santíssima Virgem, renovou suas súplicas e lágrimas, ordenou-lhe o bispo que pedisse um sinal que comprovasse a veracidade das aparições da Santa Mãe de Deus.


Vindo o neófito, certo dia, de um lugar mais distante, por um caminho que não passa pela colina do Tepyac e dirigindo-se a capital, à procura de um padre que administrasse os últimos sacramentos de seu tio moribundo, a Santíssima Virgem veio-lhe ao encontro pela terceira vez, o consola com a notícia do perfeito restabelecimento do tio, pedindo que colocasse belíssima flores sobre o manto, apesar da esterilidade do solo e do Inverno: "Escute meu filho, não há nada o que temer; não fique preocupado e nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou aqui ao teu lado? Eu sou a sua mãe dadivosa. Não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto a doença do seu tio ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo que ele está curado... Querido filho, estas rosas que você irá levar será o sinal para o Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e cumprirá. Você é meu embaixador e merece minha confiança... Quanto chegar diante do bispo, desdobre o seu manto e mostre-lhe o que carrega, porém só na presença do bispo. Diga tudo que viu e ouviu e nada omitindo..."



João Diogo obedece e, ao despejar as flores diante do bispo, aparece uma linda pintura de Nossa Senhora tal como ela se mostrara na colina perto da cidade. O bispo acompanhou até o local designado por Nossa Senhora e depois foi ver o tio dele, já curado. Este, ouviu descrever a Senhora, assentiu sorrindo: "Eu também a vi. Ela veio esta casa e falou-me. Disse-me também que desejava a construção de uma Igreja na colina de Tepyac. Disse que sua imagem seria chamada de "Santa Maria de Guadalupe", embora não tenha explicado porquê".



A fama do milagre espalhou-se rapidamente por todo o território. Os cidadãos, profundamente impressionados por tão grande prodígio, procuraram guardar piedosamente a santa imagem na capela do paço Episcopal. Mais tarde, após várias construções e ampliações, chegou-se ao magnífico templo atual. De toda parte não só no México acorrem os homens a Senhora de Guadalupe. Muito se discutiu o significado da palavra "Guadalupe".



No dia 25 de janeiro de 1787, um grupo de peritos integrados pelos melhores pintores mexicanos, todos eles a mesmo tempo professores de arte, realizaram um exame, promovido pelo Dr. José Ignácio Bartolache.



Quando lhes perguntaram se supostas as regras de faculdade, e prescindindo de toda paixão ou empenho, consideram por miraculosamente pintada essa santa imagem, eles responderam que sim. Tentaram fazer uma cópia da imagem, sendo que as cópias duraram pouco tempo, devido o ambiente salitroso e úmido. Tais peritos alegam, assim como os atuais, que o tecido da imagem duraria no máximo 20 anos, sendo que a imagem de Guadalupe tem quase 500 anos.



Após uma série de atentados (inclusive à bomba), a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe continua intacta até os dias atuais. Segundo registrou o Jornal "O Globo", do Rio de Janeiro de 3 de janeiro de 1975, "Após oito anos de intensas pesquisas, uma comissão de oculistas, químicos, optometristas e desenhistas mexicanos confirmou que os olhos da imagem de Guadalupe refletem a fisionomia de Juan Diego, o índio a quem a Senhora apareceu quatro vezes.



Fora descoberto em 1980, por José Aste Tonsmann, engenheiro membro do Centro de estudos Guadalupanos do México que na íris da imagem de Guadalupe consta 13 pessoas presentes, e que aí está impressa uma espécie de instantâneo do que aconteceu no momento em que se realizou o milagre. Após uma série de estudos, verificou-se que a tinta da imagem é de uma substância que não existe na tabela periódica. Uma substância que não provém nem de vegetais, nem de animais e nem de minerais.



Nossa Senhora de Guadalupe é, aos olhos da fé, um dos sinais claros da verdade do Evangelho tão atacada nos dias atuais por órgãos de imprensa e governamentais ateus e agnósticos. Um sinal verdadeiro de que a ciência não encontrou resposta para todos os fenômenos e possivelmente não encontrará. A ciência e a fé não andam de lados opostos como propunham os iluministas anticlericais, mas ambas devem andar juntas em busca da verdade. Deus usa dos humildes e pequenos para confundir os fortes e sábios. Peçamos a Virgem e Juan Diego que interceda por nós a Cristo Nosso Senhor para livrar o mundo do Ateísmo, do Ceticismo, do Agnosticismo e das falsas doutrinas que como profetizara o Príncipe dos Apóstolos: "Muitos os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado"(II São Pedro 2,2).



Fonte: Um Santo para cada dia - Paulus - Mario Sgarbossa, Luigi Giovannini - 6ª Edição - 2005 /O Milagre da Virgem de Guadalupe - Enrique M. Loaiza - Ed. Artpress - 2005 - São Paulo)