sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Novena em honra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida: 3º dia A Libertação do Escravo



Um dos milagres mais marcantes que ocorreu em Aparecida e é atribuído a Nossa Senhora, fora a libertação de um escravo em 1790, quando na região crescia a cultura da cana-de-açúcar. O nome do escravo era Zacarias, que não agüentando mais os castigos impostos por seus senhores fugira rumo à liberdade. O escravo foi perseguido pelos capitães-do-mato e por cães. Quando o escravo passava pela capela de Nossa Senhora Aparecida, ele entrou na capela e ajoelhou-se diante da veneranda imagem. Levantou os braços, em um gesto suplicante, pedira a Senhora que se compadecesse dele. No mesmo instante as correntes que o prendia, caiu, deixando-o livre. Numerosos presentes exclamaram: "Milagre! Milagre! Milagre!"


Oração: Ó Senhora Aparecida, vós que intercedeste pelo escravo fugido que confiou a ti a graça do perdão e da liberdade, fazei que nós livres da escravidão do pecado nos tornemos dignos do perdão de Cristo. Amém.


Pai-Nosso, Ave-Maria-Glória-ao-Pai...


Consagração à Nossa Senhora Aparecida:


Ó Maria Santíssima, que em vossa Imagem milagrosa de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre o Brasil, eu, embora indigno de pertencer ao número dos vossos servos, mas desejando participar dos benefícios da vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis. Consagro-vos a língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção. Consagro-vos o coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-nos, ó Rainha incomparável, no ditoso número dos vossos servos. Acolhei-nos debaixo da vossa proteção. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora da nossa morte. Abençoai-nos, ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-nos em nossa fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possamos louvar-vos, amar-vos e render-vos graças no céu, por toda eternidade. Assim seja.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Novena em honra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida: 2º dia O milagre das velas




Todos os sábados um grupo de devotos se reuniam para rezar o Santo Rosário diante da imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida, na casa de Atanásio, filho de Felipe Pedroso. Antes de entrar, tiveram um breve desentendimento em relação à imagem da Virgem morena.



A noite estava tranquila e serena. Ao iniciar o terço as velas num breve momento se apagaram, deixando todos na escuridão. Dona Silvana, que presidia a oração, pediu calma aos devotos presentes e se dirigiu ao oratório da Virgem para acender as velas. Ao dar alguns passos as velas se acenderam sozinhas. Todos ficaram atônitos e admirados com o ocorrido. A partir daí então as velas se acenderam e apagaram várias vezes seguidas como se fosse um farol. Os presentes ficaram comovidos e começaram a pedir perdão dos pecados e invocar a proteção da Virgem.



Oração: Senhora Aparecida, vós que sois a lua que reflete a luz do sol para orientar os que estão nas trevas do pecado. Concedei-nos por vossa piedosa intercessão, que nossos corações estejam abertos para acolher a luz que vós refleti e que vem do próprio Cristo Senhor. Amém.



Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória-ao-Pai...



Consagração a Nossa Senhora Aparecida:



Ó Maria Santíssima, que em vossa Imagem milagrosa de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre o Brasil, eu, embora indigno de pertencer ao número dos vossos servos, mas desejando participar dos benefícios da vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis. Consagro-vos a língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção. Consagro-vos o coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-nos, ó Rainha incomparável, no ditoso número dos vossos servos. Acolhei-nos debaixo da vossa proteção. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora da nossa morte. Abençoai-nos, ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-nos em nossa fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possamos louvar-vos, amar-vos e render-vos graças no céu, por toda eternidade. Assim seja.

Santo Francisco de Assis, confessor





São Francisco de Assis foi suscitado por Deus para trabalhar com São Domingos no ressurgimento moral do mundo, numa das mais perturbadoras épocas da história. Nasceu em Assis, na Umbria. Recebeu no batismo o nome de João, que seu pai lhe trocou por Francisco, pelo fato de o encontrar nascido no regresso duma feliz transação comercial que operava na França. Na adolescência tentou a carreira militar, e logo em seguida dos prazeres, por onde já se havia perdido. Francisco acordou das trevas mundanas quando ouviu ler-se no evangelho: "Não leveis nem ouro nem prata, nem túnica para mudar". Ao ouvir tão grandiosas palavras, entrou dentro de si um espírito modificador que lhe desencadeou uma mudança radical de vida. Francisco logo começara a pregar a paz e a penitência, como meio pelo qual os homens deveriam abandonar seus vícios, frutos de seu egoísmo, e assim conquistarem a salvação eterna. Muito breve se viu cercado de numerosos discípulos seduzidos, como ele pelos ideais de pobreza e incendiados pelo mesmo ardor da conversão dos povos. A estes homens doou ele uma regra, o seu testamento, sancionado em 1209 por Inocêncio III. Pouco depois obteve dos beneditinos a pequenina igreja da "Porciúncula" (Santa Maria dos Anjos) onde estabeleceu o berço da nova ordem. Tão rápida foi a eclosão desse pequeno centro de vida nova no meio de um século que precocemente tendia para a velhice. Um dia no capítulo geral, organizado ainda pelo Santo dez anos após a fundação, compareceram 5000 frades. Querendo eles, que fossem considerados os mais pequenos e humildes dos religiosos, São Francisco então determinou que se chamassem "Os Frades Menores". Ao lado desta ordem fundou-se a ordem feminina chamada de Damas Pobres, ou de "Clarissas", como vieram a se chamar após a morte da primeira das religiosas, Santa Clara.




Finalmente, em 1221, instituiu a terceira ordem para as pessoas seculares, chamada "Ordem da Penitência", à qual os Sumos Pontífices, particularmente Leão XIII, que lhe pertencia, prodigalizou sempre os maiores favores. São Francisco enviou seus discípulos à França, Alemanha, Espanha e África, e ele mesmo tentou passar pela Palestina e no Marrocos, mas sempre abrasado mereceu o epíteto de seráfico. Morreu no dia 4 de outubro do ano 1226, ao terminar o salmo 141: "Libertai, Senhor, a minha alma, para que vá cantar vossos louvores".


Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Novena em honra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida: 1º Dia, início da novena




Hoje iniciamos a Novena em honra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira e Rainha do Brasil. Iremos interromper a série de postagens para privilegiar o culto da Vigem Mãe que sofre o ataque infame dos hereges e infiéis. Peçamos nesta novena pelo Brasil, pelos nossos governantes, pelo clero da Igreja, pela conversão dos pecadores, ateus e hereges, pela perseverança dos justos, pelas almas do purgatório e pelas nossas intenções em particular.



A história da padroeira começa com a vinda do novo governador de São Paulo e Minas, o Conde de Assumar, e coube à Câmara de Guaratinguetá recebe-lo e dar lhe hospedagem com um banquete típico, no qual incluía peixes da região.



O ano é 1717 e apesar das dificuldades que os pescadores enfrentam, eles assumem a tarefa de providenciar os peixes para o banquete de recepção do governador. Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso são os bravos pescadores que se incumbiram desta missão. Trabalharam durante a noite e a madrugada para conseguir seu feito navegando ao longo de todo o rio Paraíba. Desanimados pela falta êxito na sua missão decidem jogar as redes pela última vez, lançando-a junto ao rio Iguaçu. Percebendo-se que havia algo pesado na rede, trataram-se de recolhe-la o mais rápido para ver o que haviam pescado. Acontecendo algo de inesperado, eles encontram em suas redes um corpo de uma estatueta de barro cozido sem a cabeça. Lançando mais uma vez a rede na esperança de encontrar algo a mais, encontraram a cabeça da imagem que logo fora identificada como sendo da veneranda Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora da Conceição. Acreditando que algo de divino e misterioso se passava, lançaram a rede para ver se sua fé lhe dava mais um sinal, e assim que lançaram a rede estava tão pesada de peixes que tiveram que voltar para o leito do rio.



Não foi muito difícil para aqueles homens simples entenderem que o que havia de acontecido tratava-se de um milagre operado pela mediação da Virgem Santíssima.



Oração: Senhor, sabemos que não abandoneis os vossos filhos que com fé e confiança pedem algo, conforme Jesus disse: "Pedi e recebereis! Procurais e encontrareis! Concedei-nos a graça que pedimos nesta novena que se inicia (fazer o pedido). Desde que seja de acordo com a sua vontade e pela salvação da minha alma. Amém.



Pai-nosso; Ave-Maria; Glória-ao-Pai.
Consagração a Nossa Senhora Aparecida:
Ó Maria Santíssima, que em vossa Imagem milagrosa de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre o Brasil, eu, embora indigno de pertencer ao número dos vossos servos, mas desejando participar dos benefícios da vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis. Consagro-vos a língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção. Consagro-vos o coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-nos, ó Rainha incomparável, no ditoso número dos vossos servos. Acolhei-nos debaixo da vossa proteção. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora da nossa morte. Abençoai-nos, ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-nos em nossa fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possamos louvar-vos, amar-vos e render-vos graças no céu, por toda eternidade. Assim seja.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Santa Teresa de Lisieux, virgem




Maria Francisca Teresa Martin nasceu em Alençon no dia 2 de Janeiro de 1873. Foi educada num seio de uma família admiravelmente cristã, e fez os primeiros estudos nas beneditinas de Lisieux. Muito criança ainda, sentiu a sedução do clausto e, à força de instâncias e súplicas, obteve licença para entrar com apenas 15 anos no Carmelo desta cidade. Queria com sua vida de imolação e sacrifício auxiliar os sacerdotes e missionários católicos. Tendo lido na Sagrada Escritura a passagem que dizia: "quem for pequenino que venha a mim" abandonou-se nas mãos de Deus com a gentileza inocente duma criança. Morreu no dia 30 de Setembro com apenas 24 anos de idade, e foi canonizada em 1925. "Quero passar o meu céu a fazer o bem na terra" disse antes de morrer, e não tem esquecido de cumprir sua promessa. O seu culto se espalhou rapidamente. A Santa Igreja declarou Santa Teresa de Lisieux padroeira das Missões.


Novena dos 24 Glória-ao-Pai:


Origem: O Rev. Padre Putigan, SJ no dia 3 de Dezembro de 1925, começou uma novena em honra de Santa Teresa do menino Jesus, pedindo a milagrosa santa uma graça importante. Nessa intenção começou a rezar, durante a novena, 24 glórias-ao-Pai, em ação de graças a Santíssima Trindade, pelos favores e graças concedidos a Santa Teresa de Lisieux, durante seus 24 anos de vida terrena. Pediu o Padre a Santa um sinal de que sua novena seria ouvida, e esse sinal seria receber de alguém uma rosa fresca e desabrochada. No terceiro dia da novena, uma pessoa amiga procurava o Padre Putigan e lhe oferece uma linda rosa vermelha.


No dia 24 do mesmo mês, o padre começou uma segunda novena e pediu uma rosa branca. No quarto dia da novena, uma irmã, enfermeira do hospital, trouxe uma linda rosa branca, dizendo: "Aqui está uma rosa que Santa Teresa envia a vossa Revma".


Surpreendido, perguntou o Padre:


- Donde vem esta rosa?


-Fui até a capela onde se encontrava adornada uma belíssima imagem de Santa Teresa, diz a freira, e, ao me aproximar-me da imagem caiu aos meus pés esta rosa. Quis colocá-la de novo na jarra, mas lembrei-me de trazê-la a V. Revma.


O padre Putigan, alcançadas as graças pedidas na novena, resolveu propagá-la formando uma cruzada de orações em honra de Santa Teresa do Menino Jesus.


Assim do dia 9 ao dia 17 de cada mês, todas as pessoas que desejarem fazer a novena dos 24 glória-ao-Pai unem se as suas intenções às das pessoas que, na mesma época, fazem a dita novena, e dessa forma cria-se uma bela comunhão de orações.


Novena:


+ Em nome do Pai, do filho, e do Espírito Santo. Amém.


Oração: Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, eu vos agradeço todos os favores, todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Santa Teresa do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou pela terra. Pelo méritos de tão querida santinha, concedei-me a graça que ardentemente vos peço (fazer o pedido), se for conforme a vossa santíssima vontade e para a salvação de minha alma.


Rezam-se em seguidas os 24 Glórias-ao-Pai acrescentando a cada glória a Jaculatória:


Santa Teresinha do Menino Jesus, Rogai por nós.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Santos anjos da Guarda

A festa dos anjos da guarda separou-se da de São Miguel Arcanjo, com a qual andou durante muito tempo confundida. Celebrava-se já no século XVI na Espanha e foi estendida para a Igreja universal por clemente X em 1670, e pelo mesmo pontífice fixada pelo primeiro dia livre depois da festa de São Miguel, quer dizer, no dia dois de outubro. Vivendo já na posse da glória, os anjos têm por missão primária adorar a divindade. E por isso a Santa Igreja nos faz pedir a Deus, no prefácio, a graça de nos unirmos as vozes angelicais para o louvar. Mas os anjos, como do nome se depreendem, são mensageiros de Deus incumbidos de velar por nós e de executar os mandamentos do Senhor. Por esse motivo se chamaram anjos da guarda. Tem-se por certo que todas as comunidades cristãs, países, famílias, dioceses, igrejas e agremiações religiosas possuem o seu anjo da guarda particular. É doutrina certa que todo o batizado tem o seu anjo. A Santa Igreja aplica a nós o que Deus disse a seu povo já no Antigo Testamento: "Enviarei o meu anjo, que vá diante de ti e te guarde e te introduza na terra que te preparei". O nosso anjo da guarda tem por ofício proteger-nos e defender-nos, a fim de que, debaixo da sua proteção e do seu abrigo das ciladas do inimigo, possamos alcançar a terra prometida da vida eterna. Este companheiro fiel merece da nossa parte aquela veneração e sentido reconhecimento que devem tributar a um Santo que goza já na visão beatífica do Céu. Para nos encorajar nesta prática, instituiu a Santa Igreja esta festa dos Santo Anjos da Guarda.

Santo Anjo do senhor, meu zeloso guardador, já que a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governe e me ilumine. Amém.
Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Liturgia: Outras peças do mobiliário da Igreja



O Púlpito é uma tribuna donde o pregador doutrina os fiéis na santa doutrina de Deus. No começo, o único era a cadeira do bispo. Só ele desempenhava do papel de ministro ordinário da palavra de Deus. Pregava-a sentado na cadeira episcopal, que ocupava o fundo do santuário, atrás do altar. Além da cadeira episcopal, houve depois a tribuna usada para as leituras práticas. Chamava-se ambom ou jube, certamente porque o que de havia de cantar as lições ou evangelho, volvia-se, antes de começar, para todo o lado do bispo ou do celebrante e pedia-lhe a bênção com estas palavras: "Jube, domne, benedicere".



Pelo século XII, faziam-se as pregações sobre estrados móveis, que se transportavam, conforme as circunstâncias, aos diferentes lugares da igreja. Mais tarde, estabeleceram-se púlpitos fixos, geralmente encostados a uma coluna ou uma parede, em meio da nave central, sempre na posição que melhor permitisse aos assistentes ouvirem distintamente a voz do pregador.




O confessionário é uma espécie de móvel com três repartições. Na do meio, senta-se o sacerdote que ouve os penitentes. Nas outras duas, está um genuflexório, onde ajoelha o penitente, e um crucifixo.




No século XVI, é que começa a aparecer confessionários. Antes dessa época, o padre se sentava num banco de pedra e o penitente ajoelhava-se junto dele.




O órgão é o instrumento de música destinado a tocar em acompanhamento do canto chão e realçar o brilho das funções religiosas.




Os sinos são instrumentos de bronze, ou qualquer metal, percutido por uma vara chamada badalo e cujo som serve para convidar os fiéis as cerimônias.




Pelos fins do século VI é que se introduziu o uso de sinos. Houve quem atribuísse a São Paulino, bispo de Nola (353-431), esta inovação. Entretanto, tal opinião carece fundamento. Também só no século XIII é que os sinos apresentam as proporções enorme como as quais conhecemos hoje.




Os sinos destinados ao culto têm de ser consagrados e benzidos pelo bispo ou por qualquer representante. Esta consagração ou benção é denominada vulgarmente como batismo do sino. Existe também o costume de gravar no sino a designação dele (o nome do santo ou santa), o nome dos doadores, do padrinho, da madrinha, e mais sentenças como estas que se lê em um sino.