sábado, 17 de fevereiro de 2007

O início da Quaresma


Um grande período se aproxima, um tempo em que os corações se voltam ao divino e ao sagrado e se afasta um pouco das alegrias terrenas, este período chamamos de Quaresma. Antes da Quaresma uma festa de origem ainda incerta precede este grande tempo litúrgico, o Carnaval. O carnaval é uma festa que antecede a quaresma e sua origem ainda é um pouco desconhecida, já que alguns atribuem sua origem ao ciclo litúrgico da Igreja, enquanto outros atribuem a sua origem na antiguidade pagã. Sem muito aprofundar neste tema o Carnaval por si certo já deixou de ser a muito tempo ter ligação com a quaresma, já que como muitas outras festas perderam seu caráter e seu verdadeiro significado. A quaresma é um tempo de preparação para a Grande Semana, neste período as práticas de mortificação e de obras espirituais dão um caráter muito elevado a este grande período litúrgico que foi criado pela Igreja para nos preparar para a Solene Páscoa. A quaresma não tem tempo certo para começar, ela segue a data da páscoa que é uma festa móvel. A Páscoa sempre é escolhida no primeiro domingo domingo da primavera (hemisfério norte), sendo assim arrastando toda as festas e comemorações que a antecede.
Nos preparemos para esse grande período que é a Quaresma com orações e com mortificações, que elevam as almas benditas dos que buscam alcançar o céu. Afastemo-nos das bebedeiras, pornografias e alegrias libertinas promovidas pelo carnaval, que em grande parte ganham força e incentivo da mídia e busquemos alcançar o verdadeiro sentido do nosso batismo que está Naquele que morreu crucificado para nos redimir dos nossos pecados.

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Ladainha do Santíssimo Nome de Jesus e Orações do Cristo na Cruz


+ Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Amém.


Senhor meu Jesus Cristo, pelo muito que padecestes pregado na Cruz, principalmente naquela hora em que vossa alma santíssima saiu do vosso corpo santíssimo, vos peço que tenhais misericórdia se mim.Amém.

Deus te Salve ó Cruz preciosa; por ti me salve que em ti me remiu!


Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Pai Celeste que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, redentor do mundo, que sois Deus.
Espírito Santo, que sois Deus,
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
Jesus Filho de Deus vivo,
Jesus, esplendor do Pai,
Jesus, pureza da luz eterna,
Jesus, Rei da glória,
Jesus, sol de justiça,
Jesus, Filho da Virgem Maria,
Jesus amável,
Jesus admirável,
Jesus, Deus forte,
Jesus, Pai do futuro século,
Jesus, Anjo do grande conselho,
Jesus poderosíssimo,
Jesus pacientíssimo,
Jesus obedientíssimo,
Jesus, brando e humilde de coração
Jesus, amante da castidade,
Jesus, amador nosso,
Jesus, Deus da paz,
Jesus, autor da vida,
Jesus, exemplar das virtudes,
Jesus, zelador das almas,
Jesus, nosso Deus,
Jesus, nosso refúgio,
Jesus, pai dos pobres,
Jesus, tesouro dos fiéis,
Jesus, bom Pastor,
Jesus, verdadeira luz,
Jesus, Sabedoria eterna,
Jesus, bondade infinita,
Jesus, nosso caminho e nossa vida,
Jesus, alegria dos Anjos,
Jesus, Rei dos Patriarcas,
Jesus, Mestre dos Apóstolos,
Jesus, Doutor dos evagelistas,
Jesus, fortaleza dos Mártires,
Jesus, luz dos Confessores
Jesus, pureza das virgens,
Jesus, coroa de todos os santos,
Sede-nos propício: perdoai-nos, Jesus.
Sede-nos propício, ouví-nos, Jesus.
De todo o mal, livrai-nos Jesus.
De todo o pecado,
Da vossa ira,
Das cidades do demônio,
Do espírito da impureza,
Da morte eterna,
Do desprezo das vossas inspirações,
Pelo mistério da vossa santa Encarnação,
Pela vossa natividade,
Pela vossa infância,
Por toda a vossa santíssima vida,
Pelos vossos trabalhos,
Pela vossa agonia e pela vossa paixão,
Pela vossa cruz e pelo vosso desamparo,
Pelas nossas angústias,
Pela vossa morte e pela vossa sepultura,
Pela vossa ressurreição,
Pela vossa ascensão,
Pela vossa instituição da santíssima Eucaristia.
Pelas vossas alegrias,
Pela vossa glória,
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos Jesus.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Jesus.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós, Jesus.
Jesus, ouvi-nos.
Jesus, atendei-nos.

Oremos: Senhor Jesus Cristo que dissestes: Pedi e recebereis; buscais e achareis; batei e abrir-se-vos-á,nos vos suplicamos que concedas a nós, que vo-lo pedimos, os sentimentos afetivos de vosso divino amor, a fim de que nós de todo coração e que esse amor transceda por nossas ações, sem que deixemos de vos amar. Permiti que tenhamos sempre, Senhor , um igual temor e amor pelo vosso santo nome; pois não deixais de governar aqueles que estabeleceis na firmeza do vosso amor.Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.

Amem.


(Oração em Latim - O mesmo texto rezado anteriormente)


Kyrie, eleison.
Christe, eleison.
Kyrie, eleison.
Iesu, audi nos.
Iesu, exaudi nos.
Pater de caelis, Deus, miserere nobis.
Fili, Redemptor mundi, Deus,
Spiritus Sancte, Deus,
Sancta Trinitas, unus Deus,
Iesu, Fili Dei vivi
Iesu, splendor Patris,
Iesu, candor lucis aeternae,
Iesu, rex gloriae,
Iesu, sol iustitiae,
Iesu, Fili Mariae Virginis,
Iesu, amabilis,
Iesu, admirabilis,
Iesu, Deus fortis,
Iesu, pater futuri saeculi,
Iesu, magni consilii angele,
Iesu potentissime,
Iesu patientissime,
Iesu obedientissime,
Iesu, mitis et humilis corde,
Iesu, amator castitatis,
Iesu, amator noster,
Iesu, Deus pacis,
Iesu, auctor vitae,
Iesu, exemplar virtutum,
Iesu, zelator animarum,
Iesu, Deus noster,
Iesu, refugium nostrum,
Iesu, pater pauperum,
Iesu, thesaure fidelium,
Iesu, bone pastor,
Iesu, lux vera,
Iesu, sapientia aeternae,
Iesu, bonitas infinita,
Iesu, via et vita nostra,
Iesu, gaudium Angelorum,
Iesu, rex Patriarcharum,
Iesu, magister Apostolorum,
Iesu, doctor Evangelistarum,
Iesu, fortitudo Martyrum,
Iesu, lumen Confessorum,
Iesu, puritas Virginum,
Iesu, corona Sanctorum omnium,
Propitius esto, parce nobis, Iesu.
Propitius esto, exaudi nos, Iesu.
Ab omni malo, libera nos, Iesu.
Ab omni peccato,
Ab ira tua,
Ab insidias diaboli,
A spiritu fornicationis,
A morte perpetua,
A neglectu inspirationeum tuarum,
Per mysterium sanctae Incarnationis tuae,
Per nativitatem tuam,
Per infantiam tuam,
Per divinissimam vitam tuam,
Per labores tuos,
Per agoniam et passionem tuam,
Per crucem et derelictionem tuam,
Per languores tuos,
Per mortem et sepulturam tuam,
Per resurrectionem tuam,
Per ascensionem tuam,
Per sanctissimae Eucharistiae institutionem tuam,
Per gaudia tua,Per gloriam tuam,
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi,parce nobis, Domine.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi,exaudi nos, Iesu.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi,miserere nobis, Iesu.
Iesu, audi nos.
Iesu, exaudi nos.

Oremus: Domine Iesu Chiristi, qui dixisti: Petite, et accipietis; quaeriti, et invenietis; pulsate et aperietur vobis; quesumus da nobis, petentibus,divinissimi tui amoris affectum, ut te todo corde, ore et opere diligamus et a tua nunquam laude cessemus. Sancti nominis tui, Domine, timorem pariter et amorem facnos habere perpetuum. quia nunquan tua gubernatione destituis,quos in soliditare tuae dilectionis instituis. Qui vivis et regnas in saecula saeculorum.

Amén.


Amorosíssimo Jesus, aqui tende aos vossos pés este ingrato pecador, que vem fugindo das cruéis tempestades do mundo, que lhe originaram seus pecados. Mas que confusão não me cerca este coração distraído tendo-me colocado diante de vossa presença? Não me negueis, por indigno, o que vos peço como filho que vos ama.


Espero que vos mova a compaixão o mesmo motivo que iria mover vossa justiça. Aqui aos vossos pés, com os olhos nas vossas chagas, me pesa, Senhor, dos agravos que vos tenho feito. Andei cego pelo caminho da perdição, correndo atrás dos vícios; mas agora na mais sentidas lágrimas quero afogar minhas culpas; nos mais veementes suspiros quero sepultar meus desejos. Pesa-me, meu Pai, de vos ter ofendido. Pesa-me meu Pai de vos ter agravado, por serdes sumamente bom; mas proponho-vos diante do céu e da terra nunca mais pecar. Perdoai-me pelo amor que desde sempre me tiveste, pelas agonias que sobre a terra sentistes, pelos tormentos que padecestes em vossa paixão e morte, pelo sangue que derramastes, pela vossa infinita misericórdia.


Amém.


Pai-Nosso - Ave-Maria - Glória ao Pai...


Nosso Senhor da Boa Morte tende piedade de nós!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

1º DE JANEIRO, SOLENIDADE DA CIRCUNCISÃO DE NOSSO SENHOR: DIA DE ANO NOVO



A liturgia deste dia celebra três festas. A primeira é que os antigos sacramentários designavam sob o título de Oitava do Senhor. É realmente, na sua maior parte uma missa de oitava a missa celebrada hoje.


Celebrava-se outrora na basílica de Santa Maria Maior uma segunda missa em honra da Mãe de Deus. Resta dela um vestígio nas orações da missa, retiradas da missa votiva de Nossa Senhora. São particulamente belas as antífonas de vésperas e a preferência por elas dadas a Santíssima Virgem revela a delicada atenção da Igreja em reconhecer quanto deve a mãe do Senhor.


Finalmente a terceira festa é a da Circuncisão celebrada desde o século VI. Moisés impunha este rito de purificação a todos os varões israelitas no oitavo dia depois do nascimento. Era uma figura do batismo pelo qual o homem havia de ser espiritualmente circuncidado "pela extirpação dos vícios, e julgado digno do olhar do Senhor"(Santo Ambrósio).
(Fonte Missal Quotidiano - Dom Gaspar Lefebvre - 1957)

sábado, 23 de dezembro de 2006

SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR (25 de Dezembro)




Se o Tempo do Advento nos faz aspirar à dupla vinda do filho de Deus, o Natal celebra o aniversário do seu nascimento em Belém e prepara-nos para a vinda final em que virá julgar-nos. Apartir do natal, o Ciclo Litúrgico segue passo a passo Jesus na sua obra de redenção, para que a Igreja enriquecidas com as graças que dimanam de cada um dos mistérios da vida de Cristo, seja, como diz São Paulo, a Esposa sem mancha, sem rugas, santa e imaculada, que Ele poderá apresentar ao Pai, quando vier, no fim do mundo, para nos introduzir no seu reino. Esta nova vinda de cristo, celebrada pelo ultimo domingo depois de Pentecostes, é o término de todas as festas do calendário Cristão.
A festa do natal a 25 de dezembro, correpondendo ao 25 de março, coincide com a festa que os povos pagãos celebravam no sostício de Inverno para honrrar o nascimento do Sol que eles divinizavam. A Igreja Cristianizou deste modo o rito pagão.
A Imperatriz S. Helena mandou contruir uma basílica em Belém, muito simples já que Jesus nascera na pobreza.
O verbo desde toda a eternidade gerado pelo Pai elevou a união pessoal com Ele o fruto bendito do seio virginal de Maria; quer dizer a natureza humana e a divina se ligaram em Jesus na unidade de um só pessoa que se designa, deve-se que Jesus é o filho de Deus por que sua pessoa é divina.

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

The Mass

Postado por Fernando Z. Bodini às 03:20

sábado, 18 de novembro de 2006

A perseguição religiosa em Espanha (1936-1939)

Parece-nos que nos livros de história, esta página sombria se enconta ausente... Espero que realmente estejamos preparados e saibamos que a perseguição a Igreja e aos católicos não é algo de um passado tão distante assim, estejamos preparados para quando chegar a nossa vez...VIVA CRISTO REI!
Postado por Fernando Z. Bodini às 04:03

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

NO DIA 1° DE NOVEMBRO DE 1970, MILAGRE DE CARPEGNA NA ITÁLIA E APROVAÇÃO CANÓNICA DA FRATERNIDADE DE MONSENHOR LEFEBVRE

Os misteriosos sinos de Carpegna anunciaram milagrosamente e com majestade o início da restauração da Missa e do Sacerdócio.
Os singulares acontecimentos de Carpegna
Deus Não quer a nova missa. O seguinte relatório narra um acontecimento pelo qual Deus exprime claramente o Seu desagrado da nova missa. O Padre Abrahamowicz, um sacerdote da Fraternidade São Pio X do distrito da Itália ouviu falar deste acontecimento e foi no lugar de Carpegna para informar-se exatamente desta notícia. Averiguou os fatos relatos fazendo um inquérito recebendo os testemunhos dos aldeões testemunhos dos eventos. A circunstância que sobressai é que os acontecimentos de Carpegna coincidem precisamente com o dia da ereção canônica da Fraternidade Sacerdotal São Pio X que teve lugar no dia 1° de Novembro de 1970, primeiro dia em que começaram os acontecimentos de Carpegna. Como agora sabemos, foi um dia decisivo para a salvaguarda da missa tradicional.
O seguinte relatório dos fatos é da autoria da Senhora Gabriella de MontemayorCarpegna, aldeia da Itália situado a 800 metros de altitude a cima do mar, goza doravante duma fama mundial, desde que a imprensa internacional publicou a noticia que desde o dia 1° de Novembro 1970 as campainhas da igreja por si mesmo começaram a tocar. Um dia de manhã, quando o pároco abriu a porta fechada e entrou na igreja, encontrou o altar-mor misteriosamente preparado para a celebração da missa tradicional, que todavia desde 1969 era considerada substistuida pela nova missa. Nada faltava a cima do altar: O cálice com o seu véu, patena, purificatório, pala, bolsa; os paramentos tradicionais do sacerdote: da casula até ao amicto sem esquecer o manípulo; O Missal tradicional aberto como ao começar a missa.
O pároco, admirado, fez uma rápida pesquisa para saber quem dos seus colegas franciscanos presentes no convento anexo à igreja, teria preparado desta maneira desusada o altar. Ele obteve só respostas negativas: ninguém tinha preparado o altar com estas coisas que já não se usavam, nem sequer entrou na igreja tão cedo. Não se tratava duma brincadeira considerada de mau gosto pelos padres. Num outro dia de manhã cedo, foi a mesma surpresa e isso vai se repetir durante quatro dias e cada vez com um cálice diferente.
Um dia o altar foi preparado pelas desconhecidas mãos para uma missa de luto com véu e paramentos pretos (não roxo como se faz na nova liturgia).
Depois duma investigação aprofundada, descobriu o pároco que todas as coisas que serviam para preparar o altar desta maneira desusada eram tiradas dum armário, já há muito tempo fechado à chave e onde estas coisas foram definitivamente arrumadas. Mas a chave? Ninguém a tinha, e nem sequer se lembrava onde estava. O caso estava preocupante e consternador. Já que o tocar das campainhas alertou e atraiu a gente de todo o lado. Mas isso não era nada senão o inicio das preocupações dos frades franciscanos.As campainhas recomeçaram a tocar de novo no silencio da noite do natal, mas desta vez com muita mais força e com mais alta freqüência de golpes. Eis que no fim do ano aconteceu uma coisa que levou os frades à confusão. No Altar, encontrou-se de manhã cedo um papel escrito na mão com letras muitas bonitas que dava este texto em latim: NOLITE OBDURARE CORDA VESTRA! (Não endureçais os vossos corações!) estas palavras são tiradas dum trecho do salmo 94 recitado pelos monges e sacerdotes cada dia no breviário e que soa assim: Quem dera ouvísseis hoje a sua voz: Não endureçais os vossos corações, como em Meriba (Irritação, prova), como no dia de Massa (Murmúrio, tentação) no deserto, onde vossos pais Me tentaram e provocaram, apesar de terem visto as minhas obras. Durante quarenta anos desgostou-Me aquela geração. E Eu disse: É um povo de coração desviado, que não conhece os meus caminhos. Por isso, jurei na minha ira: Não hão de entrar no lugar do Meu repouso...(Salmo 94. 8-11).O Salmo, evocado pelo misterioso aviso forte, explica bem como Deus condena esta crise, que como se diz no salmo poderá durar 40 anos ou mais. Os monges conheciam de cor este salmo que cada dia rezavam na oração das matinas. Porque Deus intervém nesta aldeia com este aviso tão forte? Era dirigido a estes monges porque se mostraram muito zelosos na aplicação da revolução litúrgica, vendendo, por exemplo, a venerável Imagem medieval da Virgem Maria das dores que protegeu a aldeia do cólera-morbo e que era venerada como a padroeira da região; acabando com a prática publica do Rosário com estas palavras de desprezo: fora com estas coisas! Acabando com as missas pelos defuntos dizendo falsamente que não era mais necessário rezar pelos mortos etc.
Os Monges tentarão, em vão, esconder o acontecimento, restabelecendo a ordem dos bancos à volta da mesa depois de encontrá-los desarrumados e colocados como dantes alinhados frente ao altar: mas, já muitos fiéis estavam presentes chamados pelas campainhas. Carpegna fica com o seu singular evento, que certos jornais interpretaram como fenômenos espiritistas. As campainhas tocam agora em cada festa, e também quando alguém morre, e ouve-se de muito longe.Mas isso não é tudo.O superior geral em Roma e o superior provincial foram chamados em Carpegna, porque recentemente uma coisa perturbadora e nunca ouvida aconteceu. No Altar, junto a uma impressão duma mão e a um papel com estas palavras escritas em latim IN DIE JUDICII (no dia do julgamento), foi encontrado um cálice manchado de sangue. A causa foi silenciada. Os frades foram proibidos de falar. Entretanto, o fato todavia foi desvendado. Se calhar as profecias de La Salette ou de Fátima estão a reali-zar-se? Do relatório ainda podemos acrescentar o seguinte: Em Carpegna (A partir de Cattolica situada entre Rimini e Pesaro, é preciso ir para o interior do país passando por Morciano di Romagna e Monte Cerignone; ou a partir de Rimini passando por Santarcangelo di Romagna, Novafeltra, Pennabili) realiza-se desde o dia um de Novembro 1970 um singular e extraordinário fenômeno acústico. Quase quotidiano, e escutado a diferentes distâncias, chega o som das campainhas espalhado a partir da torre da igreja São Nicolas, que administram os frades minores que vivem no Convento de São Francisco junto à igreja. As campainhas, sem que se movam os batentes, produzem som por si próprias. Até a policia italiana pesquisou para desvendar este mistério, mas a pesquisa foi em vão, eles não descobriram absolutamente nada tal como anteriormente os frades franciscanos. O que é um quebra-cabeça para eles, é o fato que o som está audível num raio de muitos kilómetros longe da igreja, mas que nos arredores imediatos da torre da igreja não se deixa ouvir. O som parece emanar das campainhas e entretanto a causa dele fica invisível.(Abril 1971, Organo dell’ Associazione Amici della Civilta Cristina; in DAS ZEISCHEN MARIENS Nº 3, 5 de Julho de 1971, paginas 1259-1260; DAS ZEICHEN-MARIENS 1972, 1546-1548)
Postado por Fernando Z. Bodini às 00:29